terça-feira, 1 de novembro de 2016

Outubro ROSA, um LAÇO que prende a VIDA



Outubro ROSA, um LAÇO que prende a VIDA
 Inserido no Projeto UNESCO- “Refugiados e Heróis…do Passado e do Presente” a desenvolver no presente ano no Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, desenvolveu-se uma atividade que servirá como “um alertar de consciências” para assinalar o dia 30 de outubro, dia em que se assinala o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama, sob a denominação de “Outubro ROSA, um LAÇO que prende a VIDA”, dinamizada pelos alunos do curso de Artes Visuais da turma B do 12ª ano com a docente Josefa Reis. Nesse sentido, foi elaborada uma tela de 120x120, que será depois oferecida à Liga Portuguesa Contra o Cancro de Carregal do Sal com o fim de angariação posterior de fundos. O trabalho está em exposição desde 28 de outubro no átrio da Escola Sede do Agrupamento. 





segunda-feira, 10 de outubro de 2016

MUSA por 1 dia…o outro LADO de MIM



MUSA por 1 diao outro LADO de MIM
 No dia 10 de outubro os alunos da turma B do 11º e do 12º ano do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal participaram na caminhada pelo Percurso Pré-Histórico Fiais-Azenha, promovida no âmbito do Projeto UNESCO, para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental, em colaboração com os docentes das disciplinas de História, Geografia, Biologia/Geologia, Sociologia, Educação Física e Desenho A das referidas turmas. Eram objetivos desta ação: sensibilizar para as patologias do foro mental; fomentar estilos de vida saudável e valorizar o Património Natural, Ambiental e Histórico local. Atividade que contou, também, com o contributo de oradores convidados, a Enfermeira Joana Carvalho, da Unidade de Cuidados na Comunidade Aristides de Sousa Mendes, que proferiu uma breve palestra sobre doenças mentais e estilos de vida saudável, como forma de prevenção, e o arqueólogo Evaristo Pinto, cuja intervenção incidiu sobre os monumentos megalíticos visitados.
Este dia visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticos ou socioeconómicas, assim como combater o preconceito e o estigma à volta da saúde psicológica. Foi, ainda, realizada a atividade “MUSA por 1 diao outro LADO de MIM”, proposta pelos alunos do 12º ano do Curso de Artes Visuais, na disciplina de Oficina das Artes, iniciativa que pretendeu assinalar a data promovendo uma exposição de espelhos e uma sessão fotográfica convidando a comunidade escolar a participar num encontro com o seu “EU” através do registo fotográfico. 
Em jeito de balanço, a atividade revelou-se muito positiva, podendo considerar-se que foram atingidos os objetivos propostos. Fica a esperança de que estes jovens pratiquem estilos saudáveis de vida e tenham maior respeito pelas pessoas com doenças mentais, assim como pelo património natural e histórico que é de todos, contrariando frequentes atitudes de desrespeito pelas pessoas com doença mental e a falta de civismo - o arrancar das pedras de sítios e monumentos históricos e destruição de placas informativas - como documentam as fotografias captadas ao longo do circuito.
 Os professores organizadores
Fotos: Josefa Reis


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A força de uma nação reside na sua memória

" The strength of a nation lies in its memory... This is what distinguishes man. If we wish to live and if we wish to aspire life to our offspring, if we consider ourselves duty bound to pave a way to the future then first of all we must not forget...." Prof. Benzion Dinur, Israeli Minister of Education, 1956

"A força de uma nação reside na sua memória...Eis o que distingue o Homem. Se quisermos viver e se quisermos aspirar vida para os nossos filhos, se considerarmos dever abrir um caminho para o futuro, então, mais que tudo, nós não devemos esquecer .... " Prof. Benzion Dinur, Ministro da Educação Israelita, 1956

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Mensagem da Diretora geral da UNESCO



Mensagem da Diretora geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Paz


21 de setembro


Os tempos que vivemos são conturbados para a humanidade e para o planeta.
Persiste a pobreza, e agravam-se as desigualdades. Muitas sociedades continuam separadas por conflitos que expõem milhões de mulheres e de homens a um imenso sofrimento. O extremismo violento encontra-se em ascensão: atos bárbaros de terror golpeiam as sociedades de todas as regiões. O mundo enfrenta a maior crise de refugiados e deslocados do nosso tempo, crise que em 2015 levou a 65,3 milhões de pessoas a serem deslocadas à força. A diversidade e o património cultural da humanidade veem-se atacados. Os sítios do património cultural são destruídos para erradicar a mensagem de diálogo e tolerância que trazem consigo. Ao mesmo tempo, o planeta sofre uma pressão crescente devido às consequências das alterações climáticas. Tudo isto enfraquece os alicerces da paz e sublinha a importância vital da ação global guiada pelos valores e princípios das Nações Unidas.
Este é o espirito da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas, que veiculam um novo programa em prol da paz, em prol dos direitos humanos e a dignidade das pessoas, em prol da justiça e da prosperidade, em prol da sustentabilidade e a proteção do nosso planeta.
A Agenda 2030 afirma que “Não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz, nem paz sem desenvolvimento sustentável”. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento (ODS) configuram uma nova e transformadora visão de como erigir a paz, visão que outorga à UNESCO um papel protagonista em todos os níveis para promover, como propõe o Objetivo 16, sociedades pacíficas e inclusivas, baseadas na boa governação, a presença de instituições inclusivas, a prestação de contas e a justiça para todos. Para avançar por este caminho, necessitamos novas formas de atuação em todos os âmbitos, necessitamos de novas alianças entres os governos e as entidades da sociedade civil e o setor privado, necessitamos de novas fórmulas para dotar as mulheres e os homens de autonomia e de poder de decisão.
Este deve ser o nosso ponto de vista: os direitos individuais e a dignidade de toda a mulher e de todo o homem. A Constituição da UNESCO afirma “É na mente dos homens que se devem erigir os baluartes da paz” através da educação, a liberdade de expressão, o diálogo intercultural, o respeito pelos direitos humanos e a diversidade cultural e a cooperação científica.
Esta mensagem elaborada em 1945, depois de uma terrível e devastadora guerra, nunca foi tão vital nas sociedades que se encontram em plena transformação e são mais diversas em cada dia que passa. Manter a paz significa cultiva-la todos os dias em todas as sociedades, com cada mulher e homem. Significa viver juntos e trabalhar para um futuro melhor para todos.
Irina Bokova


Diretora geral da UNESCO

2017 Ano Internacional do Turismo Sustentável


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ONU declara 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento

Por a 7 de Dezembro de 2015 as 15:24

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. A resolução, aprovada no passado dia 4 de Dezembro, reconhece a importância do Turismo para “estimular a melhor compreensão entre os povos em todos os lugares, e conduz a uma maior consciência da herança de várias civilizações e a uma melhor apreciação dos valores inerentes de diferentes culturas, contribuindo assim para o fortalecimento da paz no mundo “.
“A declaração pela ONU de 2017 como o Ano Internacional de Turismo Sustentável para o Desenvolvimento é uma oportunidade única para aumentar a contribuição do sector do turismo para os três pilares da sustentabilidade – económica, social e ambiental, ao aumentar a consciência das verdadeiras dimensões da um sector que é muitas vezes subestimado”, disse o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Taleb Rifai. “Como a principal agência das Nações Unidas para esta iniciativa, a OMT está ansiosa por iniciar a organização e implementação do Ano Internacional, em colaboração com os governos, as Nações Unidas e outras organizações internacionais e regionais de todas as partes interessadas “, acrescentou.
Esta decisão surge no seguimento do reconhecimento pelos líderes mundiais na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) que um turismo “bem concebido e bem gerido” pode contribuir para as três dimensões do desenvolvimento sustentável, a criação de emprego e para o comércio.