quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

RECriAr-te…do POBRE se faz NOBRE -2018/2019


No dia 14 de dezembro realizou-se, na Escola Básica de Carregal do Sal, a III Feira RECriAr-te…do POBRE se faz NOBRE, atividade dinamizada pelo grupo 600 em parceria com o Departamento de Educação Especial e o Projeto UNESCO "Dever de Memoria-Jovens pelos Direitos Humanos. Esta iniciativa contou com a colaboração e participação dos alunos da turma CEF-Operador de Fotografia, orientados pela docente Isabel Várzeas, na venda de produtos agrícolas biológicos, doces e bolos caseiros, com o objetivo de angariação de fundos para a realização de uma viagem de estudo. Paralelamente, as docentes responsáveis pelo Departamento de Educação Especial, Paula Raquel e Ana Ferrão, participaram com uma venda de Natal, cujos artigos apresentados foram desde os sabonetes, doces, artesanato e a dinamização de uma quermesse.
O projeto UNESCO, dinamizado pelas docentes Dores Fernandes e Josefa Reis, esteve representado com os produtos emblemáticos que fomentam a sua autossustentabilidade, com elementos gráficos variados, calendários ilustrados dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, realizados no âmbito da disciplina de Educação Visual do 3º ciclo, artigos da saboaria “Amor Luso”, entre outros.
O balanço da atividade é positivo, reinou a boa disposição numa manhã que antevia a clássica festa de Natal daquela escola, podendo considerar-se que foram atingidos os objetivos propostos.
“De migalhas também se faz pão”, continua a ser um lema do bem-fazer, pois a rubrica REcriAr-te é uma das atividades dinamizadas com o objetivo de angariação de fundos para causas humanitárias e de sustentabilidade económica.
                                                                                          Texto- Josefa Reis e Dores Fernandes

Fotos-Josefa Reis e turma CEF- Operador de Fotgrafia


“Encontros de Autor”


Esta primeira edição “Encontros de Autor” do ano letivo 2018/19 encheu-nos a alma, não só pela história do respeito pela diferença e de inclusão tão magnificamente redigida pela colega bibliotecária Célia Cortez, mas também pela recetividade que teve, na comunidade educativa, a venda deste livro.
A equipa do Projeto “Dever de Memória – Jovens pelos Direitos Humanos” não poderia deixar de abraçar a promoção e divulgação desta criação literária, dado que se enquadra nos valores que pretende desenvolver nos alunos, numa perspetiva das boas práticas educativas. Moveu-nos, também, a nobre causa “Pais em Rede-Núcleo Beira Dão”, para a qual reverte o valor da venda, sobrante do custo da impressão do livro, numa vertente de autosustentabilidade económica.
As fantásticas ilustrações, da autoria da colega, e membro desta equipa, Josefa Reis, brindam o conto, que transporta o leitor para o mundo da fantasia e da arte.

Assim, no dia 12 de dezembro, a antecipar o Natal, a equipa organizou uma sessão de apresentação do livro “O Gatinho cor-de-rosa”, na qual os interessados puderam receber o autógrafo das autoras. Esta foi mais uma atividade dinamizada no sentido de assinalar os “70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”.
                                                                                                             
                                                                                                         Dores Fernandes e Josefa Reis
                                                                                                                            Fotos: Josefa Reis




Comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos


O Agrupamento de Escolas, através do Projeto UNESCO “Dever de Memória – Jovens pelos Direitos Humanos”, assinalou, mais uma vez, o Dia Internacional Dos Direitos do Homem. Esta atividade pretendia sensibilizar para a necessidade de respeitar os direitos de todos os seres humanos em qualquer região do mundo, no aniversário dos 70 anos da Declaração Universal.
Assim, na Biblioteca da Escola Secundária e no corrimão das escadas de acesso a este espaço, a partir de dia 10 de dezembro, a comunidade escolar pôde observar um cordão de mãos, cada uma contendo um dos 30 direitos, que pretendia mostrar a imperiosa necessidade de darmos as mãos para a criação de um mundo mais humanizado. 

Este foi o resultado de um trabalho colaborativo, levado a cabo pelos alunos de 3º ciclo, sob a orientação dos Diretores de Turma na hora de atendimento, realizado numa perspetiva de Cidadania e Desenvolvimento, com o objetivo de refletir sobre esta temática e alertar consciências.
Em parceria com as Nações Unidas, a Fundação Gabarrón, fundada pelo célebre artista espanhol Cristobal Gabarron, promoveu o Concurso Internacional de Arte para jovens, dos 10 aos 14 anos, denominado Kids4humanrights, que visava celebrar o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no qual participaram os alunos do 3ª ciclo e do Curso CEF - Operador de Fotografia do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, no âmbito na disciplina de Educação Visual, desafiados e orientados pelas docentes Isabel Várzeas e Josefa Reis, ilustrando direitos e desenhando personalidades de referência na sua defesa.
Dos trabalhos elaborados resultou, não só a participação dos alunos no referido concurso, como a elaboração de calendários temáticos do ano 2019, organizados graficamente pela docente Josefa Reis. As imagens ilustrativas dos direitos, tiveram em vista os domínios específicos das disciplinas de Educação Visual e de Artes Visuais, em articulação com os objetivos da atividade, e uma maior abrangência no seio da comunidade educativa local, dado que os alunos, autores do desenho, quiseram adquiri-los, pois revelaram-se um elemento gráfico muito bem conseguido.
Esta iniciativa, ao envolver vários agentes educativos, comprova que o trabalho cooperativo na Escola é o caminho para as boas práticas e para o sucesso educativo, no sentido mais amplo da formação integral dos nossos alunos em quem depositamos a esperança para a construção de um mundo melhor. A todos os intervenientes, um Bem-haja.    
          A Equipa,                                 
          Dores Fernandes e Josefa Reis

“Gentil…1 Dever de Ser”


No dia 30 de novembro de 2018 decorreu na Escola Básica Aristides de Sousa Mendes um Movimento Gentil, no âmbito do programa Zig Zag da RTP2. Esta atividade, promovida pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, em colaboração com o Projeto UNESCO “Dever de Memória – Jovens pelos Direitos Humanos”, contou com o envolvimento de todo o Agrupamento e da comunidade educativa, através de várias entidades desafiadas a participar que abraçaram entusiasticamente esta iniciativa sob o mote “Gentil ... 1 Dever de SER”.

A construção de uma faixa constituída por vários quadrados em tecido, em formato de “retalhos”, decorados pelos alunos dos vários níveis de escolaridade do Agrupamento, sob a orientação dos seus professores da área artística e do grupo de alunos da Educação Especial, constituiu uma das iniciativas do programa deste dia. O objetivo essencial era colocar os alunos a refletir sobre o significado de Gentileza. Previamente, a equipa dinamizadora providenciou a aquisição destes retalhos de tecido, no sentido do seu reaproveitamento e mobilizou, para costurar as bainhas e pregar fitas em cada uma das pontas, as assistentes operacionais com aptidão para a tarefa, nomeadamente Rosa Pinto, Helena Costa e Ermesinda Borges. Contou ainda com o contributo de voluntárias, Angelina Loureiro e Paula Alves, nesta mesma tarefa. Esta inestimável colaboração e a gentil oferta de alguns retalhos de tecido, pela ProDecor Interiores, foram a alavanca para o fluir deste trabalho a várias mãos, provando que é crucial a cooperação para o êxito dos projetos.

O trabalho realizado excedeu a expetativa da organização, pois os alunos empenharam-se briosamente na tarefa. As instituições da área circundante do Agrupamento desafiadas a participar – a Universidade Sénior de Carregal do Sal, a Cáritas e a APCV de Oliveira do Conde e o Centro Social Professora Elisa de Barros, de Cabanas de Viriato - não se pouparam a esforços para dar o seu brilho ao resultado final.
No dia, um painel com cerca de cinquenta quadrados de tecido, contendo a gravação de palavras e símbolos alusivos à gentileza, através das mais diversas técnicas desde a pintura, desenho, aplicação ou bordado, foi erguido no Pavilhão da referida Escola, na presença de alunos, entidades participantes, representantes dos órgãos autárquicos, direção do Agrupamento e outros. 
A Escola anfitriã - coordenação e assistentes operacionais - esmeraram-se para que tudo corresse sem percalços, mostrando como os valores do respeito, da entreajuda e da gentileza regem as boas práticas educativas do Agrupamento. Professores e alunos prepararam músicas, acrobacias e palavras gentis com as quais nos abrilhantaram, tornando a atividade de todos e para todos.
Por fim, a toda a comunidade foi oferecido um pouco de Bolo Verde que, na véspera foi confecionado pelos alunos do 1º ano e também o bolo do Movimento Gentil, gentilmente oferecido pela Pastelaria Viriato, de Cabanas de Viriato. A todos, Bem-haja!

A organização: Ana Lemos, Dores Fernandes e Josefa Reis
Fotos: Curso CEF










terça-feira, 27 de novembro de 2018

Palestra "AMAR...não é Dia MALTRATAR E MATAR"

Para assinalar o Dia pela eliminação da violência contra as mulheres, a Rede Social do concelho de Carregal do Sal,em colaboração com a GNR- secção de  Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário e o Projeto"Dever de Memória- Jovens pelos Direitos Humanos", que envolveu a turma CEF - Operador de Fotografia, promoveu uma Palestra destinada aos alunos de 7º ano do Agrupamento e membros da comunidade.
Os alunos da turma de Fotografia envolveram-se na atividade proposta com grande empenho. Em jeito de Bookcrossing foram depositando depoimentos de vítimas em vários espaços públicos da vila, com o objetivo de alertar consciências para esta problemática social, uma ação  de sensibilização que esperemos que dê frutos. Desta ação realizaram um filme que serviu de mote para a apresentação do agente da GNR.

A temática abordada na palestra, real e dura, suscitou uma silenciosa reflexão na plateia jovem e menos jovem. Ficou a esperança de que a mensagem germine nesta franja de adolescentes, no sentido de se respeitar o ser humano, sem o estigma da desigualdade de género ou outro.